Manifestação na empresa Owens Illinois

janeiro 29, 2019 No Comments »
Manifestação na empresa Owens Illinois

No dia 18 de janeiro, representantes da FERQUIMFAR estiveram em apoio ao  Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Fabricação, Beneficiamento e Transformação de Vidro, Cristal, Espelho, Fibra e Lã de Vidro, Cerâmica de Louça, Cerâmica de Barro, Porcelana e Ótica no Município do Rio de Janeiro/RJ, que realizou manifestação na porta da empresa Owens Illinois.

Segundo o presidente do Sindicato, Luciano Jose da Silva, a manifestação se deve ao fato da direção da empresa está se recusando a realizar a negociação da CCT, dela está implantando banco de hora individual, está cobrando taxa referente ao plano de saúde, do excesso de trabalhadores terceirizados em áreas insalubres com salários irrisórios, do não pagamento do salário substituto e da demissão de trabalhadores sem critério.

O Sindicato vem buscando uma forma de abrir diálogo com a direção da empresa para conseguir da melhor maneira resolver estes problemas, infelizmente, não estamos conseguindo resposta por parte da direção da mesma.


A direção visa o crescimento da empresa e do mercado consumidor.

*DCI

Vidro cresce acima do mercado no País

Owens-Illinois está investindo em aumento de capacidade

FOTO: ESTADÃO CONTEÚDO

RICARDO CASARIN • SÃO PAULO

Publicado em 15/10/18 às 05:00

Com crescimento acima do mercado, o setor de embalagens de vidro está investindo na expansão da produção. O avanço do segmento de bebidas premium é um dos principais fatores para a necessidade de aumento da capacidade.

“O setor está crescendo muito acima do mercado e a capacidade de produção está no limite. Todas as grandes empresas estão investindo em expansão”, afirma o diretor da Owens-Illinois do Brasil, Hugo Ladeira.

Em 2019, a empresa irá reativar a operação de sua fábrica no município de Vitória do Santo Antão e adicionar uma nova linha na planta de Recife, ambas em Pernambuco, para acompanhar o aumento da demanda.

Segundo Ladeira, esses investimentos vão trazer capacidade adicional de 65 mil toneladas ou 300 milhões de embalagens de vidro. “No 1º semestre, o mercado de vidro cresceu 10% no Nordeste. A Owens Illinois cresceu 20%”, ressalta Ladeira.

Além dessas duas unidades, o grupo possui uma fábrica em São Paulo. O executivo relata que a demanda vem principalmente do setor de bebidas.

“Há um movimento de refrigerantes voltando para retornáveis, até por pressão ambiental. Também observamos o avanço do segmento de cervejas premium e artesanais, que utiliza o envase de vidro.”

Além de ser uma forma de valorizar o produto, o executivo conta que o vidro facilita a logística reversa e reduz custos. “Para o investimento inicia, o plástico é mais barato. Porém, o vidro permite a reutilização do vasilhame e a reciclagem do material.”

Entre outras bebidas que estão utilizando os envases de vidro, Ladeira destaca marcas de água de coco e sucos integrais. Ele também assinala que o setor de alimentos tem demanda positiva. “Todos os segmentos estão crescendo. Mas o grande impulsionador tem sido as bebidas”, afirma.

Investimentos

Além da Owens-Illinois, a Vidroporto também tem feito investimentos para expandir suas atividades no País. Recentemente, a empresa fechou um acordo para comprar uma fábrica com capacidade de produção de 60 mil toneladas por ano no Sergipe. A planta, que pertencia à Verallia, está paralisada desde o ano passado.

Até o ano de 2015, a Verallia pertencia ao grupo francês Saint-Gobain, que optou por deixar o mercado de embalagens e se concentrar em vidros planos e automotivos.

 


Infelizmente neste processo o trabalhador acaba sendo apenas mais um número para a direção da empresa.

* causaoperaria.org.br

Operários do Sindicato dos Vidreiros de SP paralisam fábrica contra terceirização e más condições

Da redação – Na madrugada desta quinta-feira (10), o Sindicato dos Vidreiros de São Paulo junto aos trabalhadores da indústria de vidros Owens Illinois, na zona leste de São Paulo, realizaram uma manifestação contra as terceirizações e a precarização que têm ocorrido na empresa e foram recebidos pela Polícia Militar, que tentou impedir a ação.

Mesmo com a intimidação policial, os grandes defensores dos patrões contra a classe trabalhadora, o ato teve a adesão dos trabalhadores, que permaneceram na rua, atrasando o início da produção da empresa. Funcionários que já estavam dentro da fábrica, ao tomarem conhecimento do ato e da presença policial, também saíram para se unir aos demais companheiros.

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